Álcool e drogas podem fazer parte de muitas ocasiões sociais, especialmente entre alunos numa faculdade. Nunca esqueça que a embriaguez pode criar problemas sérios quanto a sexo e consentimento. O consentimento tem que ser claro, voluntário, e dado por alguém que tem a capacidade de tomar decisões informadas. Quando uma pessoa está embriagada, a capacidade de consentir pode ficar prejudicada ou até ausente. Aquilo que pode parecer ser mútuo no momento, mais tarde, pode ser visto muito diferentemente pela pessoa que parecia estar consentindo. A polícia, um juíz, e um júri também poderão ver a situação muito diferentemente que você.
O caminho mais seguro é de entender que a embriaguez pode impedir o bom juízo, a comunicação, e a memória. Uma pessoa que está tropeçando, inconsciente, incapaz de falar claramente, tosquenejando, ou visivelmente confusa, talvez não esteja capaz de consentir. Mesmo quando alguém parece estar cooperativa ou interessada, o álcool pode afetar a capacidade dela de consentir completamente e livremente. Se você interpreta mal a situação, isso pode resultar em consequências, pessoais e jurídicas, arrasadoras.
Tome cuidado, vá devagar, e preste atenção. Se uma ou outra das pessoas tem bebido, ou tem tomado drogas, a melhor decisão é de esperar até que ambas estejam sóbrias e capazes de comunicar claramente. É essencial respeitar limites pessoais, fazer perguntas diretas, e reconhecer sinais de hesitação. Nunca assuma que o silêncio, ou a falta de resistência, significam consentimento.
A escolha mais esperta é simples: quando o álcool ou as drogas impedem o juízo, tome um passo para trás. Pode ser difícil parar quando você acha que vai ganhar sexo. Pode ser difícil parar quando você mesmo está embriagado. A lei nada se importa. Nada nunca lhe dá licença de invadir a integridade corporal de uma outra pessoa sem o consentimento dela. Mentes claras tomam decisões claras, e consentimento claro protege toda pessoa envolvida.


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